Worded

Junho 29, 2008

Para o estudante

Arquivado em: Conhecimento, Informação, Praça — Rafael Tourinho Raymundo @ 2:58 pm

Abril 27, 2007

Comunicação na internet: faça você mesmo

Arquivado em: Conhecimento, Diversão, Informação — Rafael Tourinho Raymundo @ 7:34 pm

A comunicação na internet se dá no âmbito de todos para todos. Qualquer internauta pode produzir material próprio, apresentá-lo ao mundo e garantir interação direta de seu público. Este texto apresenta formas populares dessa interação.

Tudo começou com os blogs. Eles surgiram como páginas pessoais na forma de diários, com textos arquivados por data e de maneira cronológica, do mais recente para o mais antigo. Ao contrário de diários, entretanto, estas páginas abrem espaço para que os leitores comentem os textos, deixando, também, sua marca.

No início, páginas deste tipo eram destinadas às confissões pessoais de quem escrevia, mas hoje vão além. Existem blogs temáticos, organizados por uma ou várias pessoas, destinados a publicar notícias, comentários e críticas sobre os mais variados assuntos.

Depois vieram os fotologs e videologs. Estas páginas pessoais permitem o compartilhamento de, respectivamente, fotos e vídeos. A lógica é a mesma dos blogs: interação com o público a partir de produção pessoal arquivada na forma de diário.

Mas a comunicação entre internautas não pára por aí. Recentemente, surgiram os podcasts, produções em áudio gravadas em mp3 e distribuídas para download. Um podcast pode ser um programa aos moldes do rádio, ou uma aula, ou um seriado, como o autor quiser.

Os podcasts são produzidos em série. Portanto, existe coerência entre os programas e periodicidade de lançamento – como nas mídias tradicionais. A vantagem é que qualquer um pode montar o seu e lançá-lo na rede. Não é preciso grande aparelhagem, basta um microfone ligado a um computador. Aí, os arquivos produzidos são hospedados num site e disponibilizados para download.

Agora, não é porque um podcast é fácil de fazer que seu valor é subestimado. Gente famosa viu no produto uma maneira eficiente de se aproximar do público. Os produtores da série de TV Lost, por exemplo, utilizam um podcast semanal para entrevistar o elenco, comentar sobre os episódios e responder perguntas de fãs.

O polêmico colunista da Veja Diogo Mainardi é outro que se utiliza da tecnologia. Toda semana, ele dá seus pitacos sobre política para quem quiser ouvir. Já para quem prefere coisas mais amenas, uma boa pedida é o Luckmusic, onde o jornalista Luciano Seade apresenta um vasto e variado panorama musical.

Pois é. A forma varia, mas uma coisa é certa: comunicar-se na internet é fácil, seja através de blogs, flogs, vlogs ou podcasts. Afinal, o meio é a mensagem. Só o fato de usufruir da rede, com produções próprias ou interagindo e reagindo à produção dos outros, já é uma forma de se fazer ver e ouvir.

Abril 13, 2007

Folksonomia na Web 2.0

Arquivado em: Conhecimento, Informação — Rafael Tourinho Raymundo @ 10:10 am

A Web 2.0 se caracteriza pelo uso da rede como plataforma. Ou seja, os aplicativos deixam de ser softwares que você compra, instala e utiliza apenas em seu computador pessoal. Os dados estão na rede e é através dela que você modifica e armazena as informações. Não é mais preciso perder tempo com instalação, ou armazenar arquivos em CDs e disquetes (lembra deles?) para transportá-los de um lugar a outro.

Outro ponto que embasa o conceito de Web 2.0 é a participação ativa do usuário. Os aplicativos não são mais herméticos como os antigos programas, que levavam meses (ou anos) para serem atualizados. Agora é possível melhorá-los constantemente, a partir das necessidades imediatas dos internautas. É o usuário, também, que ajuda a organizar a informação e configura, assim, um novo jeito de classificar dados: a folksonomia.

Ao contrário da taxonomia, a folksonomia não segue padrões rígidos e científicos, já que as categorias são escolhidas de acordo com o modo de pensar de cada usuário. É desta maneira que os internautas ordenam conteúdo na rede. Por um lado, a polissemia (múltiplos sentidos) e a subjetividade das escolhas pode gerar confusões. Entretanto, a vantagem é que o uso contínuo aperfeiçoa a classificação e aproxima-a da realidade na web.

Um exemplo é o site Del.icio.us. Ele agrega todos os aspectos da Web 2.0 aqui mencionados – web como plataforma, participação do usuário, folksonomia – de uma forma bem simples. O site é utilizado para armazenar bookmarks (sim, os favoritos do navegador de internet). Basta pôr o link e, se quiser, atribuir-lhe uma descrição e uma ou mais tags, palavras-chave de classificação folksonômica. Como a maioria das listas é pública, é só clicar numa tag para encontrar incontáveis sites relativos ao tema.

Pronto! Em poucos segundos inicia-se uma rede 2.0 de interação. Quer saber mais sobre como essas redes se articulam? Então leia o post Web 2.0 e os Softwares Sociais, no blog da minha colega Sabrina.

Março 28, 2007

Análise de um portal

Arquivado em: Conhecimento, Informação — Rafael Tourinho Raymundo @ 3:09 pm

Baseando-se no confronto de idéias de diferentes autores, cabe salientar, desde já, que consideramos um portal o site que agregue informação, entretenimento e serviço. Decidi, então, fazer uma apreciação estética e de conteúdo do Terra, um dos grandes portais em português na web. Estes e outros aspectos serão abordados, tendo em vista tanto meu gosto pessoal, como as teorias e assuntos discutidos em aula.

(mais…)

Março 13, 2007

Pensamento do dia

Arquivado em: Conhecimento — Rafael Tourinho Raymundo @ 3:37 pm

“O maior obstáculo à sabedoria não é a ignorância; é a ilusão de conhecimento.” – Daniel Boorstin

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