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Dezembro 9, 2008

Sugestões para presente de amigo secreto

Arquivado em: Diversão, Egocentrismo — Rafael Tourinho Raymundo @ 10:57 am

DVDs (qualquer um que esteja em promoção). Filmes que eu gosto e que ainda não tenho em DVD:
- 12 Homens e uma Sentença (o original, de 1957)
- Amnésia
- Casa de Areia e Névoa
- Chocolate
- As Confissões de Schmidt
- Dançando no Escuro
- Dogville
- Efeito Borboleta
- Encontros e Desencontros
- A Fantástica Fábrica de Chocolates (o original, não o do Johnny Depp)
- Frida
- Monster: instinto assassino
- Os Outros
- Pão e Tulipas
- Pequena Miss Sunshine
- Retratos de uma Obsessão
- Tá Todo Mundo Louco
- Um Lugar Chamado Notting Hill
- Sob o Sol da Toscana
- Simplesmente Amor

Livros:
- Os contos de Breedle, o Bardo
- Livros de palavras-cruzadas da Coquetel (sim, isso existe. Mas cuidado pra não pegar um que tem um motoqueiro na capa, pois esse eu já ganhei!)

- CD da Mallu Magalhães

Junho 14, 2008

Simplifique sua vida!

Arquivado em: Diversão, Egocentrismo, Informação, Praça — Rafael Tourinho Raymundo @ 5:35 pm

Para muitos, fim de semana é sinônimo de horas e mais horas na internet à procura de passatempos. Em meio a um oceano de bobagens, encontra-se um sem-número de vídeos engraçados. Acontece que, apesar de divertidos, alguns destes vídeos acabam servindo para algo mais.

É bem provável que você já tenha visto o método japonês de dobrar camisetas. Quer maneira mais prática de deixar seu guarda-roupa organizado? Imagine quantas horas você economizará, ao longo de um ano, ao adotar este jeito inusitado (porém eficaz) de arrumar as roupas.

Os vídeos japoneses são campeões em ensinar praticidade com bom humor. São idéias simples que ajudam a facilitar as tarefas do dia-a-dia. E nem precisa saber o idioma, pois as explicações são bem gráficas e fáceis de entender.

Quer outro exemplo? Que tal aprender uma forma de fazer com que o band-aid não caia do dedo? Isso é algo importante, especialmente para quem vive se cortando quando vai descascar batata. Mas espere! Há uma maneira super simples de descascar batata sem comprometer as falanges!

Já para os que preferem as batatas-fritas de saquinho, a dica é o vídeo que ensina a fechar pacotes de salgados. Acabou-se o reinado do prendedor de roupa e da fita adesiva.

É claro, tantas instruções engraçadas acabam gerando suspeitas. Eu mesmo duvidei da eficácia destes ensinamentos – tanto que resolvi pôr dois deles à prova. Eis o resultado:

*

*

Portanto, para quem reclama que a internet só nos faz perder tempo com besteiras, eu digo: existe vida inteligente e, o melhor, bem-humorada na rede. Aproveite as dicas, ponha-as em prática e simplifique sua vida!

mais uma reportagem do Praça

Maio 21, 2008

Findi Chuvoso

Arquivado em: Diversão, Informação, Praça — Rafael Tourinho Raymundo @ 5:55 pm

Matéria produzida para a disciplina de Audiovisual e Tecnologias. Ela está disponível no site de Jornalismo Participativo da turma, o Praça.

Março 13, 2008

Conheça o Last.fm

Arquivado em: Diversão, Informação, On-line II — Rafael Tourinho Raymundo @ 8:43 pm

Last.fmO Last.fm é uma espécie de comunidade virtual onde os membros se relacionam através de seus gostos musicais. As canções que o internauta escuta vão sendo adicionadas ao seu perfil e, a partir daí, o site recomenda artistas e bandas que tenham a cara do sujeito. É por meio das preferências musicais, também, que surgem os vizinhos, pessoas que curtem sons parecidos ao de alguém.

Para participar, basta fazer o download do software. Depois disso, toda vez que uma música for executada em seu computador, os dados com nome da faixa, do álbum e do artista vão para o Last.fm, num processo chamado scrobbling. Os dados são cruzados milhões de vezes ao dia e ajudam na sugestão de músicas que possam interessar ao ouvinte. Essas canções podem ser ouvidas no próprio site, em rádios e playlists.

Mas o Last.fm ainda funciona de outras maneiras. É possível adicionar tags (“rótulos”) aos artistas e músicas, classificando-os com palavras-chave. Aí, basta procurar determinado rótulo para ouvir somente músicas que os usuários considerem pertencentes à categoria.

Aliás, são justamente os usuários que coordenam todo o conteúdo do serviço virtual. Não há moderadores que indiquem quais artistas se parecem mais com quais outros. A experiência individual é determinante para uma organização coletiva, em que o sistema reconhece padrões e “aprende” a gerar conteúdo.

Para aficcionados por conhecer novas melodias, o Last.fm é um ótima pedida. Bastam alguns minutos para você mergulhar num oceano interminável de sons, vozes e timbres. Vale a pena conferir e ajudar a construir essa comunidade.

Junho 1, 2007

Uma nova memória televisiva

Arquivado em: Diversão, Informação — Rafael Tourinho Raymundo @ 7:50 pm

Que o YouTube virou febre, não é novidade. O site já foi consagrado pelos internautas como espaço para exibir os mais variados vídeos. Há diários virtuais, manifestações artísticas, mensagens políticas, videoclipes e uma infinidade de besteiras gravadas em casa ou tiradas da TV.

Aliás, a relação entre o YouTube e a televisão rende muita conversa. Ao jogarem trechos de programas de TV na rede, os usuários do site transformam o conteúdo televisivo em algo diferente. Ao mesmo tempo, o modo caseiro e espontâneo de gravar vídeos para o YouTube inspira novas atrações em redes de TV.

A grande sacada é a liberdade para se publicar o que quiser. É possível encontrar, no YouTube, tudo aquilo que a televisão não mostra (ou tenta esconder). Programas antigos, que já saíram do ar, estão lá. Fatos noticiosos que a televisão se recusa a mostrar, também.

Apesar disso tudo, o que mais faz sucesso são as mancadas de programas ao vivo. A professora e pesquisadora em comunicação Nísia Martins do Rosário acredita que é através do cômico que o YouTube re-configura as lógicas televisivas. Para ela, a informalidade com que muitos assuntos são tratados gera um modo de comunicação bem diferente do visto na televisão.

Bem ou mal, o YouTube apresentou uma nova forma de armazenar a memória televisiva. Mesmo sem a formalidade original, as cenas permanecem eternizadas na web. Talvez estes vídeos não mudem o jeito de fazer televisão, mas, certamente, apresentarão formas inusitadas de fazer a TV ser lembrada.

Maio 2, 2007

Soneto anti pop-up

Arquivado em: Diversão, Egocentrismo, Opinião — Rafael Tourinho Raymundo @ 4:08 pm

Mas que grande confusão
Que se formou em minha tela
Abriu-se uma janela
Atrapalhando minha visão

Sem aviso ou previsão
Fez a propaganda dela
De forma pouco singela
Falando duma promoção

Senhor publicitário
Não consumo teus produtos
Teu slogan eu não leio

Anuncie em outro horário
Utilizando outros recursos
Pois pop-up eu bloqueio

(Obra minha, lá dos idos de 2003, publicada no Simplicíssimo naquele mesmo ano)

Abril 27, 2007

Comunicação na internet: faça você mesmo

Arquivado em: Conhecimento, Diversão, Informação — Rafael Tourinho Raymundo @ 7:34 pm

A comunicação na internet se dá no âmbito de todos para todos. Qualquer internauta pode produzir material próprio, apresentá-lo ao mundo e garantir interação direta de seu público. Este texto apresenta formas populares dessa interação.

Tudo começou com os blogs. Eles surgiram como páginas pessoais na forma de diários, com textos arquivados por data e de maneira cronológica, do mais recente para o mais antigo. Ao contrário de diários, entretanto, estas páginas abrem espaço para que os leitores comentem os textos, deixando, também, sua marca.

No início, páginas deste tipo eram destinadas às confissões pessoais de quem escrevia, mas hoje vão além. Existem blogs temáticos, organizados por uma ou várias pessoas, destinados a publicar notícias, comentários e críticas sobre os mais variados assuntos.

Depois vieram os fotologs e videologs. Estas páginas pessoais permitem o compartilhamento de, respectivamente, fotos e vídeos. A lógica é a mesma dos blogs: interação com o público a partir de produção pessoal arquivada na forma de diário.

Mas a comunicação entre internautas não pára por aí. Recentemente, surgiram os podcasts, produções em áudio gravadas em mp3 e distribuídas para download. Um podcast pode ser um programa aos moldes do rádio, ou uma aula, ou um seriado, como o autor quiser.

Os podcasts são produzidos em série. Portanto, existe coerência entre os programas e periodicidade de lançamento – como nas mídias tradicionais. A vantagem é que qualquer um pode montar o seu e lançá-lo na rede. Não é preciso grande aparelhagem, basta um microfone ligado a um computador. Aí, os arquivos produzidos são hospedados num site e disponibilizados para download.

Agora, não é porque um podcast é fácil de fazer que seu valor é subestimado. Gente famosa viu no produto uma maneira eficiente de se aproximar do público. Os produtores da série de TV Lost, por exemplo, utilizam um podcast semanal para entrevistar o elenco, comentar sobre os episódios e responder perguntas de fãs.

O polêmico colunista da Veja Diogo Mainardi é outro que se utiliza da tecnologia. Toda semana, ele dá seus pitacos sobre política para quem quiser ouvir. Já para quem prefere coisas mais amenas, uma boa pedida é o Luckmusic, onde o jornalista Luciano Seade apresenta um vasto e variado panorama musical.

Pois é. A forma varia, mas uma coisa é certa: comunicar-se na internet é fácil, seja através de blogs, flogs, vlogs ou podcasts. Afinal, o meio é a mensagem. Só o fato de usufruir da rede, com produções próprias ou interagindo e reagindo à produção dos outros, já é uma forma de se fazer ver e ouvir.

Março 2, 2007

Um vídeo interessante

Arquivado em: Diversão — Rafael Tourinho Raymundo @ 9:19 pm

Para testar a ferramenta do YouTube no meu blog, aí vai um comercial bem interessante. Divirtam-se! E digam não à sujeira.

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